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Novidade

Cynthia Galindo

Cynthia Galindo é cantora e compositora de Garanhuns, com mais de 20 anos de carreira, voz potente e carisma marcante, levando alegria, emoção e identidade cultural a públicos de todas as idades. Há vozes que cantam. E há vozes que conduzem. Cynthia Galindo pertence à rara linhagem das artistas cuja voz não apenas interpreta melodias, mas cria atmosferas, desloca afetos e eleva o público a um estado de experiência sensorial plena. Menina-passarinha de Garanhuns, descobriu cedo que o ar podia ser morada. Foi no coral da igreja, entre os oito e doze anos, que aprendeu a transformar respiração em voo — uma escola clássica por onde passaram algumas das maiores vozes do mundo, do gospel norte-americano às grandes intérpretes da música popular internacional. Ali, Cynthia construiu a base técnica que sustenta, até hoje, sua impressionante extensão vocal, controle de dinâmica e domínio emocional. Aos quinze anos, sua estreia profissional já anunciava o que o tempo confirmaria: uma voz podero...

Amor.com


Amor.com: entre o clique e o coração


Amor.com
é um espelho da nossa época: e um grito contra ela. É a poesia tentando respirar entre notificações. É o amor tentando se salvar do Wi-Fi.

Vânia Costa nos entrega um livro que não é apenas uma coletânea de poemas, mas uma cartografia emocional da era digital. Aqui, o amor aparece em todos os seus estados de conexão: plugado, offline, hackeado, reiniciado, deletado e renascido. Cada verso é uma tentativa de lembrar que, por trás de cada tela, ainda existe um coração.

Inspirada por um mundo que confunde “curtidas” com afetos e “seguidores” com abraços, Costa escreve com uma mistura rara de doçura e lucidez. Sua linguagem é acessível, mas repleta de imagens que rasgam o cotidiano com beleza e dor. Entre uma metáfora e outra, a autora nos devolve o espanto da presença: o amor não como ideia, mas como vivência concreta, feita de corpo, toque, tempo e verdade.

Lendo Amor.com, é impossível não reconhecer a própria vida: as conversas interrompidas, os olhares desviados, o medo do silêncio. Mas também é impossível não sentir esperança. Pois, mesmo diante do amor líquido de Bauman, do ser perdido de Heidegger e do eu plural de Whitman, a poesia de Vânia insiste:

“Tem janelas além das telas. / Tem vida além dos dados armazenados.”

Este livro é um convite a reaprender a amar sem senha, a olhar o outro sem filtro, a sentir o tempo com a lentidão que só o amor verdadeiro conhece.


Vânia Costa: a voz que atravessa o ruído

Vânia Costa
é daquelas raras presenças que não se anunciam em megabytes: se percebem no silêncio. Durante anos, através das ondas do rádio, sua voz guiou corações anônimos. Agora, essa mesma voz, antes invisível, ecoa em versos que nos convidam a escutar o que as telas abafaram: a respiração do amor.

Timidez não é retraimento: é contenção de energia. Em Vânia, essa energia se transmuta em poesia, em lucidez, em ternura. Ela escreve como quem observa o mundo pelo vidro, mas se recusa a deixar de sentir. Entre o som e o silêncio, entre o “online” e o “off-line”, ela descobre o intervalo onde o humano ainda pulsa. Seus poemas são espelhos daquilo que esquecemos de olhar. Falam de amores interrompidos pela pressa, de afetos arquivados em nuvens, de corações “hackeados” por ilusões. Mas também falam da força do recomeço, da simplicidade, da beleza das pequenas presenças.

Vânia é, sobretudo, uma cronista do amor contemporâneo: aquele que tenta sobreviver à velocidade do toque e à superficialidade dos algoritmos. Ela não escreve para idealizar o amor, mas para reumanizá-lo, devolvendo-lhe corpo, cheiro, carne e alma. Como Vinícius de Moraes, acredita que “o amor, mesmo não sendo eterno, seja infinito enquanto dure”. E é nessa infinitude fugaz que sua poesia encontra eternidade.


Sinopse

Amor.com: um manifesto lírico pela reumanização do amor

Num mundo onde corações piscam em notificações e sentimentos cabem em caracteres, Amor.com é um manifesto poético pela reumanização do amor. Vânia Costa escreve como quem tece redes com fios de saudade, conectando o passado analógico à era digital com delicadeza e coragem.

Em versos que oscilam entre o encantamento e a crítica, a autora transforma sua timidez em potência criativa. Fala de paixões fugazes, de solidões virtuais, de esperanças que resistem mesmo sob filtros e algoritmos. Mas fala, acima de tudo, daquilo que sobrevive: a necessidade de amar e ser amado para além das telas.

Com leveza e sensibilidade, amor.com devolve ao leitor o direito de sentir sem pressa.

É poesia que questiona, mas também consola; que denuncia o vazio, mas reacende o desejo de plenitude. Um livro para quem ainda acredita que, mesmo em tempos líquidos, o amor pode ser profundo e humano.


Prefácio

Entre o toque e o download: o amor ainda respira.

Ao terminar a leitura do manuscrito de Amor.com, de Vânia Costa, vejo-me numa mesa da Casa Villarino, na Avenida Calógeras, numa animada conversa com o Poetinha, Vinícius de Moraes, Bauman, Heidegger e Whitman. Em tempos de IA, tudo é possível, até mesmo criar esse universo paralelo onde posso reunir esses homens incríveis e suas mentes maravilhosas, numa mesa de café imaginária, para uma selfie. Contenho meu ímpeto artístico-cibernético e continuo conversando, mentalmente, sobre amor, solidão e as infinitas versões do “eu” no tempo digital, que nos permite cruzar filosofia, poesia e emoção com a força de quem ama como quem protesta contra a ausência e a solidão.

No meu recorte de espaço-tempo, imagino Bauman observando, estupefato, um casal que termina um relacionamento pelo WhatsApp; Heidegger olhando para o celular e perguntando: “onde está o ser?”; Whitman postando um verso no Instagram: “Eu sou vasto, contenho multidões — inclusive as digitais” e o Poetinha, como uma espécie de mediador espiritual, com um copo de uísque e um sorriso melancólico, sussurrando: “Que não seja imortal, posto que é chama, mas que seja infinito enquanto dure.”

Eu, no meu canto, aprendendo a ser escritor, fico conectando Amor.com à lucidez crítica de Bauman, à busca de autenticidade de Heidegger, à expansão sensível de Whitman e à paixão do Vinicius. Esses eixos convergem para Vânia Costa com uma poética do “reencontro do amor”: um amor que tenta se salvar das telas, das senhas e das notificações para reencontrar o humano, mesmo em “ridículos versos de amor”.

É nessa mesa imaginária que nasce Amor.com em forma de livro, de “manifesto lírico da humanidade conectada e carente”.

O livro de Vânia Costa é o registro sensível de um tempo em que a humanidade parece ter terceirizado o coração. Somos seres hiperconectados e emocionalmente desconectados. Vivemos cercados de “amigos” e famintos de presença. Trocamos o toque pelo toque de tela, o olhar pelo emoji, a saudade pela notificação e nos afundamos em “estímulos rasos” alimentados por “dopamina barata”.

Mas Vânia resiste. Seus versos são como pequenas insurgências contra a pressa. Cada poema é uma janela aberta num mundo de telas fechadas. Cada palavra, um lembrete de que a alma não cabe em código-fonte e as emoções não podem ser substituídas por algoritmos.

Ao ler Amor.com, sentimos a poesia se tornando o último refúgio da ternura. E descobrimos que o amor, mesmo líquido, mesmo ridículo, pode ainda transbordar. Que ser vulnerável é o ato mais revolucionário num tempo que idolatra o controle. Que estar “off-line” pode ser o modo mais profundo de estar vivo.

Este livro é mais que arte e entretenimento: é uma chamada de emergência à sensibilidade. Um convite a desligar o wi-fi, abrir a janela, sentir o vento e lembrar, antes que seja tarde, que o amor continua sendo a senha-mestra da existência.

Por Vital Sousa
Quatro Editora


Depoimento


Ah!!! Eu li!!! (Textos do Blog) Uma beleza... Que lembra que mesmo entre telas e algoritmos, o coração, ainda, busca presença e verdade.

Um manifesto poético e humano em meio a era digital com sensibilidade e lucidez em suas palavras tão bem colocadas traduzindo a escrita da poetisa.

Uma reflexão de amor sem idealização... Entre poeta e pensadores... Amei!!!

- Magda Militão


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