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Mostrando postagens de 2025

Novidade

Cynthia Galindo

Cynthia Galindo é cantora e compositora de Garanhuns, com mais de 20 anos de carreira, voz potente e carisma marcante, levando alegria, emoção e identidade cultural a públicos de todas as idades. Há vozes que cantam. E há vozes que conduzem. Cynthia Galindo pertence à rara linhagem das artistas cuja voz não apenas interpreta melodias, mas cria atmosferas, desloca afetos e eleva o público a um estado de experiência sensorial plena. Menina-passarinha de Garanhuns, descobriu cedo que o ar podia ser morada. Foi no coral da igreja, entre os oito e doze anos, que aprendeu a transformar respiração em voo — uma escola clássica por onde passaram algumas das maiores vozes do mundo, do gospel norte-americano às grandes intérpretes da música popular internacional. Ali, Cynthia construiu a base técnica que sustenta, até hoje, sua impressionante extensão vocal, controle de dinâmica e domínio emocional. Aos quinze anos, sua estreia profissional já anunciava o que o tempo confirmaria: uma voz podero...

As Faces de Eva - Um Ato Público, Púbico e Não Pudico

Na psicologia do desenvolvimento, a região púbica e o surgimento dos pelos pubianos marcam a travessia da infância para a puberdade. É o sinal visível de que algo amadurece, de que o corpo anuncia uma passagem irreversível rumo à maturidade sexual e simbólica. Não se trata apenas de biologia, mas de consciência: o corpo diz aquilo que a mente ainda precisa aprender a sustentar. Na psicanálise, o púbico - esse território tantas vezes silenciado ou coberto de pudor - não possui um significado fixo ou universal. Ele emerge como imagem, sonho, associação livre. Pode representar a origem da vida, a potência criadora, a vulnerabilidade extrema ou o desejo. Seu sentido é sempre singular, inconsciente, atravessado pela história de cada sujeito. O que se cala no discurso retorna no símbolo. É a partir dessa chave que nasce As Faces de Eva. Este evento se afirma como "Um Ato Público, Púbico e Não Pudico" porque recusa a infantilização do debate sobre gênero, corpo, poder e responsabil...

BLACK FRIDAY Diferente do Programa Escritor Efetivo

LEIA TUDO ANTES DE COMPRAR!!! A Black Friday Diferente do Programa Escritor Efetivo terá início em 00:01 de 28-Out e término em 00:00 de 28-Nov , impreterivelmente!!! Não pretendemos alcançar um grande número de "comrpadores" para nossos e-books, queremos contribuir e Ajudar novos Autores e Escritores, de forma Descomplicada, a Autopublicarem seus livros Efetivamente. Nosso Comprometimento é com a Qualidade e com a Mudança de Vida - para melhor - de cada participante do Programa Escritor Efetivo , seja qual for o seu objetivo como Escritor. Os Diferenciais da Black Friday Diferente começam com [50,0% DE DESCONTO] em todos os e-Books do Programa Escritor Efetivo , que podem ser comprados separadamente. Aliás, é, exatamente isso que recomendamos: cada participante deve comprar aquilo que atende as sus necessidades imediatas.  Veja abaixo como cada e-Book poderá te ajudar e faça a sua melhor escolha!!! A inscrição nos [GRUPOS DE SUPORTE]  não se fará "automaticamente...

Amor.com

Amor.com: entre o clique e o coração Amor.com é um espelho da nossa época: e um grito contra ela. É a poesia tentando respirar entre notificações. É o amor tentando se salvar do Wi-Fi. Vânia Costa nos entrega um livro que não é apenas uma coletânea de poemas, mas uma cartografia emocional da era digital. Aqui, o amor aparece em todos os seus estados de conexão: plugado, offline, hackeado, reiniciado, deletado e renascido. Cada verso é uma tentativa de lembrar que, por trás de cada tela, ainda existe um coração. Inspirada por um mundo que confunde “curtidas” com afetos e “seguidores” com abraços, Costa escreve com uma mistura rara de doçura e lucidez. Sua linguagem é acessível, mas repleta de imagens que rasgam o cotidiano com beleza e dor. Entre uma metáfora e outra, a autora nos devolve o espanto da presença: o amor não como ideia, mas como vivência concreta, feita de corpo, toque, tempo e verdade. Lendo Amor.com , é impossível não reconhecer a própria vida: as conversas interrompid...

Vânia Costa

Vânia Costa: a voz que atravessa o ruído Vânia Costa é daquelas raras presenças que não se anunciam em megabytes — se percebem no silêncio. Durante anos, através das ondas do rádio, sua voz guiou corações anônimos. Agora, essa mesma voz, antes invisível, ecoa em versos que nos convidam a escutar o que as telas abafaram: a respiração do amor. Timidez não é retraimento — é contenção de energia. Em Vânia , essa energia se transmuta em poesia, em lucidez, em ternura. Ela escreve como quem observa o mundo pelo vidro, mas se recusa a deixar de sentir. Entre o som e o silêncio, entre o “online” e o “off-line”, ela descobre o intervalo onde o humano ainda pulsa. Seus poemas são espelhos daquilo que esquecemos de olhar. Falam de amores interrompidos pela pressa, de afetos arquivados em nuvens, de corações “hackeados” por ilusões. Mas também falam da força do recomeço, da simplicidade, da beleza das pequenas presenças. Vânia é, sobretudo, uma cronista do amor contemporâneo — aquele que tenta s...

O Quintal das Acácias

Apresentação do Livro Desde as primeiras linhas, sinto-me invadido por ecos de escritoras que, antes de Cassia Guerra mergulharam nas entranhas do feminino para fazer emergir verdades incômodas e necessárias. Penso em Gertrudes, ou Tuda, de A Bela e a Fera de Clarice Lispector, quando pede um conselho que ninguém lhe pode dar; em Macabéa, em A Hora da Estrela , que existia na invisibilidade até ser revelada pela palavra. Recordo ainda as Insubmissas Lágrimas de Mulheres , de Conceição Evaristo, que transformam dor em escrita e silêncio em grito, e não posso deixar de ouvir o chamado de Simone de Beauvoir em O Segundo Sexo , ao lembrar que não se nasce mulher: torna-se. Não falo, portanto, de "empoderamento". Prefiro a palavra “reconhecimento”. Porque não se empodera o que já é poder. Dizer “empoderar” soa a concessão, como se fosse a sociedade patriarcal quem autorizasse as mulheres a existir. O Quintal das Acácias desmonta esse eufemismo e afirma: as mulheres sempre fora...

Cássia Guerra Galindo

“Silvestre Guerra” soa como uma doce contradição para uma avalanche de naturalidade que aflora das histórias contadas pela Tia Cássia . Reais ou inventadas, são compartilhadas com flores, borboletas, pássaros e outros seres alados como fadas e querubins. Escutá-las é alçar voo num céu azul-celeste, salpicado de nuvens de algodão-doce e pássaros de alfenim: pura ternura para nossos ouvidos. Contudo, nem tudo são cores e flores: vez por outra pode brotar, para ouvidos amadurecidos pela vida, em forma de crônica ou poesia, algumas lembranças de espinhos podados com força, coragem e determinação, marcas registradas de um Clã de Guerreiras que batizei de Clã das Acácias. Rita de Cássia Silvestre Guerra é o seu nome completo, mas todos a conhecem como Cássia Guerra . Formada em Magistério pelo Colégio Municipal de Garanhuns e Letras pela Universidade de Pernambuco, com especialização em Língua Portuguesa pela UPE e Gestão Escolar pela UFPE. Desde muito pequena, já sabia que seria professora...

Wirveng Nathan: Resistência e Luta

Wirveng Nathan: Arte, Memória e Resistência Por Vital Sousa, Escritor e Consultor Editorial Apresentar um artista em processo de criação de si mesmo é uma tarefa que exige certa dose de coragem e toques de loucura: algo que me é familiar. Comecei a escrever aos dez anos, fascinado pela visão de mundos das imagens e ilustrações de livros e revistas que me chegavam às mãos e eram devorados por minha mente sequiosa. Ganhei, assim, a fama de garoto estranho, para a maioria, e de louco para os menos condescendentes. Por isso, sinto-me à vontade, como quem conversa no terreiro, sob a sombra de uma árvore, para mergulhar no passado e nas pinturas de Wirveng Nathan . Garoto quilombola do Mundo Novo , em Buíque (PE ), Nathan tem apenas alguns anos a mais que eu tinha quando descobri meu caminho pelas palavras. Ele revela um talento singular ao transformar memórias e vivências em pintura. Já com postura de gente grande, conta que começou a desenhar aos quatro anos de idade. Isso, em parte, expl...